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			<item>
		<title>Tristes Trópicos: um livro para quem quer conhecer o Brasil.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 19:16:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada do Cerne]]></category>
		<category><![CDATA[Lévi-Strauss]]></category>
		<category><![CDATA[Tristes Trópicos]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Carvalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 20 de agosto de 2008, publiquei aqui neste Trevo do Talvez um post cujo título, reproduzido adiante, resume o impacto que me causou, em 1985, o panorama desolador de uma região às margens da Estrada do Cerne, no Paraná.
Se Claude Lévi-Strauss
revisitasse os Tristes Trópicos
morreria de desgosto. *
Ainda habitada por grupos indígenas descendentes daqueles com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=trevodotalvez.wordpress.com&blog=2304480&post=864&subd=trevodotalvez&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Dia 20 de agosto de 2008, publiquei aqui neste <strong>Trevo do Talvez </strong>um <em>post</em> cujo título, reproduzido adiante, resume o impacto que me causou, em 1985, o panorama desolador de uma região às margens da Estrada do Cerne, no Paraná.</p>
<div id="attachment_867" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-full wp-image-867" title="Levi-Strauss" src="http://trevodotalvez.files.wordpress.com/2009/11/levi-strauss1.jpg?w=150&#038;h=200" alt="Levi-Strauss" width="150" height="200" /><p class="wp-caption-text">Lévi-Strauss: “Cultura designa enriquecimento esclarecido do juízo e da capacidade de distinção”.</p></div>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Se Claude Lévi-Strauss</em></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>revisitasse os </em></strong><em>Tristes Trópicos<strong></strong></em></p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>morreria de desgosto. *</em></strong></p>
<p>Ainda habitada por grupos indígenas descendentes daqueles com os quais o etnólogo manteve contato, na década de 1930 a cobertura vegetal tornava a região digna do adjetivo exuberante.</p>
<p>São quase 16 horas de 3-11-2009; acabo de tomar conhecimento da morte dele, ocorrida no último sábado, 1, em Paris. Sei que estava prestes a completar 101 anos, pois encerro o referido <em>post</em> informando que em novembro ele completaria um século de vida.</p>
<p>Antes de tudo, motiva-me escrever este novo <em>post</em> minha profunda admiração por ele enquanto pessoa e por tudo que acrescentou ao patrimônio cultural da humanidade.</p>
<p>Outra razão é a oportunidade de agradecer ao cineasta paraibano Vladimir Carvalho que, informado por mim de que meu objetivo principal ao me mudar de Salvador para Brasília, em 1977, era conhecer o Brasil, me presenteou com a seguinte indicação bibliográfica:</p>
<p>- Para conhecer o Brasil comece lendo <strong>Casa Grande &amp; Senzala</strong>, <strong>Os Sertões</strong> e <strong>Tristes Trópicos</strong>.</p>
<p>Transmito esta indicação especialmente às l.035 pessoas que até hoje acessaram o <em>post</em> deste <strong>Trevo do Talvez</strong> que tem por título a seguinte pergunta:</p>
<p>Você se considera uma pessoa culta?</p>
<p><em>*</em><em> Sei que em algum momento da década de 1990 Lévi-Strauss esteve aqui no Brasil. Algumas das declarações dele a respeito de lugares que pôde rever superficialmente corroboraram a impressão que tive às margens da Estrada do Cerne e que registrei  como se fosse um haicai.</em></p>
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			<media:title type="html">Levi-Strauss</media:title>
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		<title>Porque estive lendo sobre polinização em A ilha de Darwin e porque é Primavera no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 18:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[A ilha de Darwin]]></category>
		<category><![CDATA[Miriam Faleiros]]></category>
		<category><![CDATA[Primavera no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jones]]></category>

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		<description><![CDATA[
A foto é de Miriam Faleiros e foi “tirada” na região da estrada do Sol &#8211; Cambará do Sul &#8211; RS, conforme ela própria informa neste endereço: flickr.com/photos/22917602@N02/2343096831
Peguei sem autorização, mas tenho a impressão de que não causará nenhum tipo de desgosto a ela, especialmente de natureza financeira.
A galeria dela tem dezenas de fotos lindas.
A visita [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=trevodotalvez.wordpress.com&blog=2304480&post=860&subd=trevodotalvez&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-861" title="Margarida 1" src="http://trevodotalvez.files.wordpress.com/2009/10/margarida-1.jpg?w=500&#038;h=334" alt="Margarida 1" width="500" height="334" /></p>
<p style="text-align:center;">A foto é de Miriam Faleiros e foi “tirada” na região da estrada do Sol &#8211; Cambará do Sul &#8211; RS, conforme ela própria informa neste endereço: <a href="http://flickr.com/photos/22917602@N02/2343096831">flickr.com/photos/22917602@N02/2343096831</a></p>
<p style="text-align:center;">Peguei sem autorização, mas tenho a impressão de que não causará nenhum tipo de desgosto a ela, especialmente de natureza financeira.</p>
<p style="text-align:center;">A galeria dela tem dezenas de fotos lindas.</p>
<p style="text-align:center;">A visita é gratuita.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>O haicai eu escrevi há mais de uma década,</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>na Praça Santos Dumont, em Curitiba.</strong></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"> O livro citado no título é de Steve Jones / Editora Redord 2009</p>
<p style="text-align:center;">Recomendo especialmente aos criacionistas.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/trevodotalvez.wordpress.com/860/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/trevodotalvez.wordpress.com/860/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/trevodotalvez.wordpress.com/860/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/trevodotalvez.wordpress.com/860/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/trevodotalvez.wordpress.com/860/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/trevodotalvez.wordpress.com/860/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/trevodotalvez.wordpress.com/860/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/trevodotalvez.wordpress.com/860/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/trevodotalvez.wordpress.com/860/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/trevodotalvez.wordpress.com/860/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=trevodotalvez.wordpress.com&blog=2304480&post=860&subd=trevodotalvez&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Geraldo</media:title>
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		<item>
		<title>Sua vida é uma Rosa azul</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 17:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[Calgene Pacific]]></category>
		<category><![CDATA[George Sand]]></category>
		<category><![CDATA[Honoré de Balzac]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa azul]]></category>
		<category><![CDATA[Suntory]]></category>

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		<description><![CDATA[O título deste post faz parte da abertura de um livro que me ocupa de modo intermitente há quase 30 anos e que se encontra em fase final de elaboração. A decisão de escrevê-lo está relacionada com a apresentação, nesta segunda-feira, 19, em Tóquio, da primeira Rosa azul.
Juntamente com milhares de pessoas em todo o planeta, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=trevodotalvez.wordpress.com&blog=2304480&post=846&subd=trevodotalvez&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O título deste <em>post</em> faz parte da abertura de um livro que me ocupa de modo intermitente há quase 30 anos e que se encontra em fase final de elaboração. A decisão de escrevê-lo está relacionada com a apresentação, nesta segunda-feira, 19, em Tóquio, da primeira Rosa azul.</p>
<div id="attachment_854" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-854" title="Rosa azul Foto Celia Lopez EFE Nova" src="http://trevodotalvez.files.wordpress.com/2009/10/rosa-azul-foto-celia-lopez-efe-nova2.jpg?w=200&#038;h=134" alt="Os criadores da Rosa informaram que em sete dias ela teria tons azulados e que 100% dos pigmentos de suas pétalas são azuis. Foto Celia López/Efe" width="200" height="134" /><p class="wp-caption-text">Os criadores da Rosa informaram que em sete dias ela teria tons azulados e que 100% dos pigmentos de suas pétalas são azuis. Foto Celia López/Efe</p></div>
<div class="mceTemp">Juntamente com milhares de pessoas em todo o planeta, aguardo-a desde 1991, quando foi noticiado o domínio do processo que resultou no cultivo dessa espécie de flor tão bela na cor preferida do <em>homo sapiens</em>.</div>
<p>O fato tem para mim importância especial, que agora compartilho com todos que passam por este <strong>Trevo do Talvez</strong>, transcrevendo a abertura do meu livro e, na seqüência, um breve histórico sobre a criação da rosa azul, que se encontra ao final dele, seguido de um P. S. sobre a cor azul.</p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong><em>Ao definir a relação entre arte e natureza,</em></p>
<p align="center"><em>dizendo que a arte se inventou</em></p>
<p align="center"><em>para preencher as lacunas da natureza,</em></p>
<p align="center"><em>Aristóteles antecipou em dois mil e trezentos anos</em></p>
<p align="center"><em>o insight de Oscar Wilde: ‘<strong>A vida imita a arte’</strong></em></p>
<p align="center"><strong>Sua vida é uma Rosa azul</strong> *</p>
<p align="center">* Meta milenar de floricultores de todo o planeta, a Rosa azul tornou-se viável em 1991, graças ao trabalho de pesquisadores australianos, da Calgene Pacific, associados com empresários japoneses, da Suntory Limited, uma multinacional de bebidas.</p>
<p align="center">Obtida por engenharia genética, seus criadores pretendiam denominá-la “O cálice sagrado da floricultura”, escolha que até um poetastro teria desaconselhado.</p>
<p align="center">Prevaleceu o interesse comercial e ela foi denominada “Suntory Bleu Rose Applause”, denominação que me recuso a comentar e a traduzir.</p>
<p align="center">O maior obstáculo à sua produção é que a Rosa não tem nenhum gene associado ao pigmento azul. Para conseguir a nova cor, os pesquisadores isolaram o gene que dá essa tonalidade à Petúnia e o transferiram para uma roseira.</p>
<p align="center">Curiosamente, em 1838 o escritor Honoré de Balzac (1799-1850) proclamou haver descoberto uma forma de produzir a Rosa azul, pela qual as sociedades hortículas de Londres e da Bélgica haviam oferecido um prêmio de 500 mil francos.</p>
<p align="center">Em resposta à escritora George Sand (1804-76), interessada em saber por que não se dedicava ao lucrativo empreendimento, o autor da <strong>Comédia Humana</strong> declarou: <em>“Ah, porque tenho tanta coisa para fazer”.</em></p>
<p><strong>P. S.</strong> A evidência mais antiga de vida na Terra são os estromatólitos, estruturas calcárias formadas por algas azuis há 2,8 bilhões de anos. Estudos recentes, realizados por pesquisadores dos Estados Unidos, Austrália e Reino Unido, recuaram a presença dos primeiros animais no planeta em mais de 100 milhões de anos: são as Esponjas, invertebrados muito simples, que parecem plantas. Foi constado que entre 635 milhões e 750 milhões de anos atrás eles já se agarravam ao leito marinho, em Omã, no sul da Arábia.</p>
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		<item>
		<title>Sem licença, uma interferência na obra-prima de Washington Olivetto.</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 18:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[a gente nunca esquece]]></category>
		<category><![CDATA[o primeiro sutiã]]></category>
		<category><![CDATA[Otavio Frias Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Washington Olivetto]]></category>

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		<description><![CDATA[
Dei conhecimento do poema a Washington Olivetto, em comentário no blog dele, em junho deste ano, a propósito de folhear uma edição de O primeiro a gente nunca esquece / Planeta. O poema me veio à mente outra vez hoje ao ler o ensaio intitulado Tudo que a gente não esquece, que Otavio Frias Filho [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=trevodotalvez.wordpress.com&blog=2304480&post=831&subd=trevodotalvez&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-838" title="Sutia 1" src="http://trevodotalvez.files.wordpress.com/2009/10/sutia-11.jpg?w=500&#038;h=159" alt="Sutia 1" width="500" height="159" /></p>
<p style="text-align:center;">Dei conhecimento do poema a Washington Olivetto, em comentário no blog dele, em junho deste ano, a propósito de folhear uma edição de <strong>O primeiro a gente nunca esquece</strong> / Planeta. O poema me veio à mente outra vez hoje ao ler o ensaio intitulado <em>Tudo que a gente não esquece,</em> que Otavio Frias Filho publicou na FSP em 8/1/1988 e que acabo de ler na coletânea <strong>Seleção natural</strong>,<strong> </strong>recém-lançada pela Publifolha.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Em defesa das espécies animais em extinção, propomos a criação do Dia do Dodô.</title>
		<link>http://trevodotalvez.wordpress.com/2009/10/05/em-defesa-das-especies-animais-em-extincao-propomos-a-criacao-do-dia-do-dodo/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 17:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Teixeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A grande história da evolução]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Dodô]]></category>
		<category><![CDATA[espécies em extinção]]></category>
		<category><![CDATA[pássaro Dodô]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Dawkins]]></category>

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		<description><![CDATA[Indiferente à possibilidade de ser tachado de sentimental, na página 329 da edição brasileira de A grande história da evolução – Na trilha dos nossos ancestrais (Companhia das Letras / 2009) o biólogo Richard Dawkins faz um minuto de silêncio em homenagem ao extinto pássaro Dodô.
Com esta respeitável e comovente atitude, Dawkins me motivou a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=trevodotalvez.wordpress.com&blog=2304480&post=824&subd=trevodotalvez&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Indiferente à possibilidade de ser tachado de sentimental, na página 329 da edição brasileira de <strong>A grande história da evolução </strong>– <em>Na trilha dos nossos ancestrais</em> (Companhia das Letras / 2009) o biólogo Richard Dawkins faz um minuto de silêncio em homenagem ao extinto pássaro Dodô.</p>
<p>Com esta respeitável e comovente atitude, Dawkins me motivou a propor neste <strong>Trevo do Talvez</strong>, sem receio de qualquer classificação, que se consagre um dia em todo o planeta à defesa das espécies animais em extinção e que ele seja denominado <strong><em>Dia do Dodô</em></strong>.</p>
<div id="attachment_825" class="wp-caption alignleft" style="width: 152px"><img class="size-full wp-image-825" title="V0020723 A dodo. Etching by J. Le Keux." src="http://trevodotalvez.files.wordpress.com/2009/10/dodo-1.jpg?w=142&#038;h=200" alt="Véspera do Dia dos Mortos, 1° de Novembro talvez seja uma data apropriada para o Dia do Dodô." width="142" height="200" /><p class="wp-caption-text">Véspera do Dia dos Mortos, 1° de Novembro talvez seja uma data apropriada para o Dia do Dodô.</p></div>
<p><em>Raphus cucullatus </em>é seu nome científico; o nome popular vem do português doudo – doido, estúpido.</p>
<p>Quando os navegantes portugueses chegaram à ilha Maurício [Oceano Índico] em 1507 – relata Dawkins – os abundantes Dodôs eram completamente mansos e se aproximavam dos marinheiros de um modo que não pode estar muito longe de “confiante”.</p>
<p>“Por que não confiariam, já que por milhares de anos os seus ancestrais não haviam encontrado predadores? Uma confiança deplorável. Os infelizes Dodôs foram mortos a pauladas pelos marinheiros portugueses, e mais tarde holandeses – apesar de serem considerados “intragáveis”. Presume-se que foi por “esporte”. A extinção não demorou nem dois séculos”.</p>
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			<media:title type="html">Geraldo</media:title>
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			<media:title type="html">V0020723 A dodo. Etching by J. Le Keux.</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Outra foto de paisagem para ilustrar a máxima de Rodin</title>
		<link>http://trevodotalvez.wordpress.com/2009/09/25/outra-foto-de-paisagem-para-ilustrar-a-maxima-de-rodin/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 17:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Teixeira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div class="mceTemp mceIEcenter">
<div id="attachment_844" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-844" title="Rodin Na moldura de uma janela há beleza bastante para manter o entusiasmo. Foto Acacia Johnson" src="http://trevodotalvez.files.wordpress.com/2009/09/rodin-na-moldura-de-uma-janela-ha-beleza-bastante-para-manter-o-entusiasmo-foto-acacia-johnson2.jpg?w=500&#038;h=333" alt="Sem licença, peguei a foto em um blog aqui no Word Press; se não entendi mal, o autor ou autora da foto se chama Acacia Johnson." width="500" height="333" /><p class="wp-caption-text">Sem licença, peguei a foto em um blog aqui no Word Press; se não entendi mal, o autor ou autora da foto se chama Acacia Johnson.</p></div>
</div>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/trevodotalvez.wordpress.com/818/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/trevodotalvez.wordpress.com/818/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/trevodotalvez.wordpress.com/818/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/trevodotalvez.wordpress.com/818/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/trevodotalvez.wordpress.com/818/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/trevodotalvez.wordpress.com/818/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/trevodotalvez.wordpress.com/818/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/trevodotalvez.wordpress.com/818/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/trevodotalvez.wordpress.com/818/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/trevodotalvez.wordpress.com/818/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=trevodotalvez.wordpress.com&blog=2304480&post=818&subd=trevodotalvez&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rodin Na moldura de uma janela há beleza bastante para manter o entusiasmo. Foto Acacia Johnson</media:title>
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		<title>Mais Mondrian e um pouco de Rodin para quem quer aprender a ver</title>
		<link>http://trevodotalvez.wordpress.com/2009/09/04/mais-mondrian-e-um-pouco-de-rodin-para-quem-quer-aprender-a-ver/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 15:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[arte abstrata]]></category>
		<category><![CDATA[arte de ver]]></category>
		<category><![CDATA[arte não-figurativa]]></category>
		<category><![CDATA[Auguste Rodin]]></category>
		<category><![CDATA[haicai do olhar]]></category>
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		<description><![CDATA[Em atenção a mais de quatrocentas pessoas que pararam até hoje neste Trevo do Talvez à procura de informações sobre Piet Mondrian, e cumprindo o prometido ao publicar o segundo post relacionado com ele, recolho mais um conjunto de anotações sobre artes plásticas que fazem parte do meu Diário.
Da forma que fiz no segundo post, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=trevodotalvez.wordpress.com&blog=2304480&post=794&subd=trevodotalvez&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Em atenção a mais de quatrocentas pessoas que pararam até hoje neste <strong>Trevo do Talvez</strong> à procura de informações sobre Piet Mondrian, e cumprindo o prometido ao publicar o segundo post relacionado com ele, recolho mais um conjunto de anotações sobre artes plásticas que fazem parte do meu Diário.</p>
<p>Da forma que fiz no segundo post, quando juntei a Mondrian idéias sobre pintura da autoria de Kandinsky e Klee, que volto a citar, neste vou me permitir incluir algumas coisas de Auguste Rodin. Junto com os citados, o escultor francês está entre as pessoas que mais me ensinaram o pouco que sei sobre arte plástica, portanto, pessoas que contribuíram para ampliar minha capacidade de ver.</p>
<p>A propósito, a lição definitiva que aprendi nesta área do conhecimento me veio não de um pintor, mas de um filósofo, Ludwig Wittgenstein. Lição que resumi no seguinte haicai:</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Olhar até ver sem pensar,</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>sem ânsia de definir:</em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>tarde, tempestade, rosas&#8230;</em></strong></p>
<p>A propósito, cito Paulo Klee: “Os quadros olham-nos”.</p>
<p><strong>Seguem às anotações prometidas.</strong></p>
<p>De Piet Mondrian</p>
<p><strong><em>Uma maior consciência da expressão das formas naturais produz meios mais puros de expressão.</em></strong></p>
<p><em>Na natureza, o aspecto externo das coisas é tão expressivo, tão viviente, que tendemos a sentir apenas a harmonia e ignorar o ritmo. Se a arte há de darnos a sensação de realidade não pode sentir o aspecto dela. A arte deve acentuar o ritmo, mas de tal modo que este se confunda com a unidade.</em></p>
<p><strong><em>Como conseqüência de se acentuar o ritmo e de se reduzir a forma e as cores naturais, o tema perde sua importância na arte plástica.</em></strong></p>
<p><em>O ritmo mais claro produz o equilíbrio mais claro.</em></p>
<p><strong><em>Na arte, como na vida, é a equivalência, e não a igualdade de fatores opostos que cria a unidade.</em></strong></p>
<p><em>A vida destrói o falso.</em></p>
<p><strong><em>Em arte plástica, os fatores opostos se aniquilam uns aos outros de tal maneira que não há opressão: o resultado é a unidade.</em></strong></p>
<p><em>O único problema da arte é alcançar um equilíbrio entre o subjetivo e o objetivo.</em></p>
<p><strong><em>Toda vez que se acentua na obra de arte, a expressão individual domina.</em></strong></p>
<p><em>A arte tem demonstrado que a expressão universal só pode ser criada por uma verdadeira equação do universal e do individual.</em></p>
<p><strong><em>A arte é feita para ninguém e é, ao mesmo tempo, para todos.</em></strong></p>
<p><em>A complexidade da arte deve-se ao fato de que simultaneamente estão presentes distintos graus de evolução.</em></p>
<p><strong><em>Para que uma expressão artística pura desperte emoção há que abster-se da figuração e ser “neutra”.</em></strong></p>
<p><em>A intenção de liberar a vida de suas convenções e de tudo que é prejudicial para a verdadeira vida, pode encontrar-se na literatura surrealista.</em></p>
<p><strong><em>De que serve um tema? Deve entender-se que é preciso um tema para expor algo chamado “Riquezas espirituais, sentimentos e pensamentos humanos”. Sem dúvida, tudo isto é individual e precisa de formas particulares. Mas no fundo destes sentimentos e pensamentos existe um pensamento e um sentimento: estes não se definem facilmente e não têm necessidade de formar análogas para expressar-se. Eis aqui a necessidade de meios plásticos neutros.</em></strong></p>
<p><em>Para a arte pura, então, o tema nunca pode ser um valor adicional; são a linha, a cor e suas relações que devem por em jogo todo o registro sensorial e intelectual da vida interior&#8230; no tema.</em></p>
<p><strong><em>É possível alterar mais ou menos o aspecto convencional das coisas, [Surrealismo] mas apesar de tudo isto continua mostrando seu caráter particular e desperta em nós emoções individuais. Amar as coisas na realidade é amá-las profundamente; é vê-las como um microcosmo num macrocosmo. Somente desta maneira podemos alcançar uma expressão universal da realidade. É precisamente por causa do seu profundo amor pelas coisas que a arte não-figurativa não busca reproduzi-las em seu aspecto particular.</em></strong></p>
<p><em>Precisamente com sua existência, a arte não-figurativa demonstra que a “arte” segue sempre seu verdadeiro caminho. Revela que este não é a expressão do aspecto exterior da realidade tal como a vemos, nem da vida que vivemos, mas que é a expressão da verdadeira realidade e a verdadeira vida&#8230; indefinível, mas realizável na plástica.</em></p>
<p><strong><em>A arte é só um problema de plástica.</em></strong></p>
<p><em>Se a forma carece de conteúdo, de pensamento universal, é por culpa do artista. Repetimos que seu conteúdo não pode descrever-se, e que só pode fazer-se aparecer por meio da plástica pura e da execução da obra.</em></p>
<p><strong><em>A execução e a técnica jogam um papel muito importante na tentativa de estabelecer a visão mais ou menos objetiva que exige a essência da obra não-figurativa.</em></strong></p>
<p><em>Quanto menos óbvio for o trabalho do artista, mais objetiva será a obra.</em></p>
<p><strong><em>A execução é sumamente importante na obra de arte; é através dela, em grande parte, que a intuição se manifesta e cria a essência da obra.</em></strong></p>
<p><em>O que distingue o artista não-figurativo do figurativo é o fato de que em suas criações se libera de sentimentos individuais e particulares que recebe do exterior, e de que se dissocia do domínio da inclinação individual.</em></p>
<p><strong>De Wassily Kandinsky</strong></p>
<p><strong><em>Só merece a expressão “bem desenhado’ aquele quadro no qual não se faz pode mudar nada sem destruir sua vida interior.</em></strong></p>
<p><em>O artista tem, não apenas o direito, mas também o dever de manejar as formas da maneira que julgue necessário para alcançar seus fins. Esta liberdade ilimitada deve basear-se na necessidade interior, que se chama honestidade.</em></p>
<p><strong><em>Na vida e, portanto, também na arte, o que conta é a pureza de propósito.</em></strong></p>
<p><strong>De Auguste Rodin</strong></p>
<div id="attachment_811" class="wp-caption alignleft" style="width: 164px"><img class="size-full wp-image-811" title="Rodin" src="http://trevodotalvez.files.wordpress.com/2009/09/rodin3.jpg?w=154&#038;h=200" alt="Auguste Rodin (1840-1917) &quot;Ninguém pode fazer bem aos homens impunemente&quot;" width="154" height="200" /><p class="wp-caption-text">Auguste Rodin (1840-1917) &quot;Ninguém pode fazer bem aos homens impunemente&quot;</p></div>
<p>As anotações que se seguem foram extraídas de uma biografia ou de uma obra de autoria do próprio Rodin, não recordo. Infelizmente, não tenho como verificar isto no momento. Prometo fazê-lo oportunamente.</p>
<p><strong><em>As mulheres são a inspiração e as rivais da arte. Devemos adorá-las e prescindir delas. O primeiro ocorre normalmente; o segundo, tem que ser aprendido.</em></strong></p>
<p><em>Baudelaire acertou ao dizer que a sensibilidade sexual de um homem é a medida de seu gênio.</em></p>
<p><strong><em>A modéstia e a castidade são as maiores irmãs da beleza.</em></strong></p>
<p><em>É preciso também a dor para que o espírito expanda o pensamento.</em></p>
<p><strong><em>O assunto não nos ilustra acerca da intenção do artista. É preciso buscá-la na execução. Observe um baixo relevo; mediante oposição de planos, o artista determinou as belas sombras das quais surge uma cabeça, o pescoço de uma ninfa, seus joelhos: tudo isso possui uma graça infinita, e é esta graça que importa compreender. Quanto a saber se essas figuras representam o verão, o outono, etc, isso é muito secundário.</em></strong></p>
<p><em>A simplicidade é a condição primordial da felicidade e da beleza.</em></p>
<p><strong><em>Admitamos como verdade, em primeiro lugar, que a natureza é bela, e, armados deste princípio, observemos: haveremos nos elevado quando tivermos descoberto a grandeza dos aspectos que nos chocavam. Mas, como todas as conquistas, esta exige um esforço do qual já não somos capazes.</em></strong></p>
<p><em>Para estudar, é preciso avançar lentamente, é preciso desertar deste mundo de agitados e de antemão resignar-se a não fazer fortuna.</em></p>
<p><strong><em>Precisamos de tempo para estudar.</em></strong></p>
<p><em>Há bastante na moldura de nossas janelas para sustentar o entusiasmo.</em></p>
<p><strong><em>Olha para teus amigos como Rembrandt via os seus: não havia senão obras primas vivas em volta desse grande homem. É que Rembrandt possuía a virtude do trabalho.</em></strong></p>
<p><em>A felicidade acompanha, como o cavalo que corre, a inteligência que busca.</em></p>
<p><strong><em>A paciência é a primeira condição de todo estado frutífero.</em></strong></p>
<p><em>Está na natureza do homem adorar os efeitos do sol.</em></p>
<p><strong><em>Sigo disposto como um bom operário; minha tarefa consiste em compreender e reúno com este propósito todas as minhas forças. Contemplo.</em></strong></p>
<p><em>O mais difícil não é pensar com a primitiva ingenuidade da infância: é pensar com a tradição, com a força adquirida, com todos os resultados entesourados pelo pensamento. Pois, o espírito humano não pode ir mais longe sem a condição de que ao pensamento do indivíduo se junte, com silêncio e paciência, o pensamento das gerações.</em></p>
<p><strong><em>Para estudar a natureza tome um campo limitado.</em></strong></p>
<p><em>Em uma flor estão quase todas as flores. No mais curto passeio pelo campo, nós encontramos com toda a natureza; todos os caminhos na relva são caminhos do paraíso.</em></p>
<p><strong>ATENÇÃO</strong> – Aqui estão os dois post anteriores.</p>
<p> <a title="Link Permanente para &quot;Piet Mondrian: uma síntese de teorias fundamentais para quem quer aprender a ver&quot;" href="http://trevodotalvez.wordpress.com/2008/08/13/piet-mondrian-uma-sintese-de-teorias-fundamentais-para-quem-quer-aprender-a-ver/">Piet Mondrian: uma síntese de teorias fundamentais para quem quer aprender a ver</a></p>
<p> <a title="Link Permanente para &quot;Teorias que ampliam e aprofundam a capacidade de ver: Mondrian, Kandinsky e Klee.&quot;" href="http://trevodotalvez.wordpress.com/2009/07/06/teorias-que-ampliam-e-aprofundam-a-capacidade-de-ver-mondrian-kandinsky-e-klee/">Teorias que ampliam e aprofundam a capacidade de ver: Mondrian, Kandinsky e Klee.</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/trevodotalvez.wordpress.com/794/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/trevodotalvez.wordpress.com/794/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/trevodotalvez.wordpress.com/794/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/trevodotalvez.wordpress.com/794/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/trevodotalvez.wordpress.com/794/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/trevodotalvez.wordpress.com/794/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/trevodotalvez.wordpress.com/794/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/trevodotalvez.wordpress.com/794/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/trevodotalvez.wordpress.com/794/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/trevodotalvez.wordpress.com/794/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=trevodotalvez.wordpress.com&blog=2304480&post=794&subd=trevodotalvez&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A favor de leis antifumo</title>
		<link>http://trevodotalvez.wordpress.com/2009/08/06/em-favor-de-leis-antifumo/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 19:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter size-full wp-image-790" title="Cigarro" src="http://trevodotalvez.files.wordpress.com/2009/08/cigarro.jpg?w=500&#038;h=553" alt="Cigarro" width="500" height="553" /></p>
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		<title>Teorias que ampliam e aprofundam a capacidade de ver: Mondrian, Kandinsky e Klee.</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 14:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[linha]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Klee]]></category>
		<category><![CDATA[Piet Mondrian]]></category>
		<category><![CDATA[pintura abstrata]]></category>
		<category><![CDATA[pintura moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto]]></category>
		<category><![CDATA[Wassily Kandinsky]]></category>

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		<description><![CDATA[De milhares de pessoas que recorrem à Internet para obter informações sobre Piet Mondrian 353 já acessaram o post deste Trevo do Talvez intitulado Piet Modrian: uma síntese de teorias fundamentais para quem quer aprender a ver.
 A rigor, o post é uma coletânea de anotações que fiz no meu Diário entre os dias 19-4 e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=trevodotalvez.wordpress.com&blog=2304480&post=775&subd=trevodotalvez&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>De milhares de pessoas que recorrem à Internet para obter informações sobre Piet Mondrian 353 já acessaram o post deste <strong>Trevo do Talvez </strong>intitulado <strong>Piet Modrian: uma síntese de teorias fundamentais para quem quer aprender a ver</strong>.</p>
<p> A rigor, o <em>post</em> é uma coletânea de anotações que fiz no meu Diário entre os dias 19-4 e 19-7-1990, quando conclui a leitura de uma biografia dele por Frank Elgar.</p>
<p> Pois bem, neste final de semana (4 e 5 de julho de 2009) estive relendo uma coletânea de anotações diversas de um período bem mais vasto do meu Diário na qual me deparei com muita coisa relacionada com Mondrian e decidi produzir um <em>post</em> com um conjunto delas.</p>
<p> Vou publicar um conjunto hoje e outro proximamente. Dedico este primeiro conjunto à única pessoa que fez comentário sobre o <em>post</em> anterior, Alana, que o assinou em nome de “Fãns de Piet Mondrian e Kandinsky.</p>
<p> Entre os pintores notáveis que são também teóricos notáveis eu junto a Piet Mondrian e Wassily Kandinsky, Paul Klee. Tendo em vista que Alana e companheiros e companheiras gostam do primeiro e do segundo, certamente gostarão do terceiro.</p>
<p> Da referida coletânea constam anotações a respeito dos três, além de algumas considerações relacionadas à obra deles feitas pelo crítico Herbert Read, que vou me permitir reproduzir.</p>
<p> Ao contrário do <em>post</em> intitulado <strong>Piet Modrian: uma síntese de teorias fundamentais para quem quer aprender a ver</strong>, neste não poderei localizar todas as citações, que reproduzo segundo a ordem da coletânea produzida em 1993.</p>
<div id="attachment_776" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-776" title="paul klee" src="http://trevodotalvez.files.wordpress.com/2009/07/paul-klee.jpg?w=200&#038;h=200" alt="Paul Klee (1879 - 1940) pintava indistintamente com as duas mãos." width="200" height="200" /><p class="wp-caption-text">Paul Klee (1879 - 1940) pintava indistintamente com as duas mãos.</p></div>
<p> <strong>De Paul Klee:</strong></p>
<p> <em><strong>A arte não reproduz o visível; torna visível.</strong></em></p>
<p><em><strong> O desenho, pela própria natureza, conduz fácil e muito naturalmente à abstração&#8230; Quanto mais puro for o trabalho gráfico, quer dizer, mais se acentuarem os elementos da forma que estão na base da representação gráfica, menos se devem representar as coisas visíveis de modo realista.</strong></em></p>
<p><em><strong> Os símbolos consolam o espírito.</strong></em></p>
<p><em><strong> Que felicidade pode haver em duas linhas!</strong></em></p>
<p><em><strong> O caminho inferior chega ao domínio das formas estáticas, enquanto o caminho superior dá acesso ao domínio dinâmico.</strong></em></p>
<p><em><strong> No caminho inferior, que passa pelo centro da terra, situam-se os problemas do equilíbrio estático, que poderíamos caracterizar por palavras: ficar de pé, contra tudo o que pode fazer-nos cair. Somos conduzidos aos caminhos superiores pela necessidade de conter os laços que nos prendem à terra e atingir, através da natação e do vôo, a atividade livre, a liberdade dos movimentos.</strong></em></p>
<p><em><strong> Todos os caminhos se situam no olhar e, transpostos para a forma a partir do deu ponto de encontro, conduzem à síntese da visão exterior e da contemplação interior&#8230;</strong></em></p>
<p><em><strong> No trabalho em que transforma a experiência adquirida através dos diferentes caminhos, o aluno denuncia qual foi o grau de intimidade do seu diálogo com a natureza. Quanto mais progredir no exame desta e na sua meditação, quanto mais conseguir uma verdadeira concepção do mundo, mais ele será capaz de criar livremente as composições abstratas que, para lá do arbitrário e do esquemático, atingem um novo natural, o natural da obra. Cria então uma obra, ou participa da realização de uma obra que equivale à criação de Deus.</strong></em></p>
<p><strong> De Piet Mondrian:</strong></p>
<p><em><strong> A arte tem que determinar o espaço bem como a forma e criar a equivalência destes dois fatores.</strong></em></p>
<p><em><strong> O principal problema das artes plásticas não é evitar a representação dos objetos, mas ser tão objetivo quanto possível.</strong></em></p>
<p><em><strong> Se a visão objetiva fosse possível nos daria uma verdadeira imagem da realidade.</strong></em></p>
<p><em><strong> Toda expressão artística tem suas leis, que concordam com a lei principal da arte e da vida: a lei do equilíbrio.</strong></em></p>
<p><em><strong> Somente por meio do conhecimento técnico se pode ter uma verdadeira expressão das artes plásticas. O aspecto técnico consiste no uso dos meios de expressão, volumes, planos, linhas, cores, e no desenvolvimento destes meios de expressão até seu estado puro.</strong></em></p>
<p><em><strong> O que é verdadeiro em arte, também deve sê-lo na vida humana.</strong></em></p>
<p><em><strong> A preocupação por meios de expressão mais neutros se manifesta claramente em toda arte moderna.</strong></em></p>
<p><em><strong> Deve-se criar possibilidades de expressão o conteúdo de vida de modo mais intenso e puro.</strong></em></p>
<p><em><strong> É importante compreender que as novas construções não devem ser criadas sob influência do passado: não devem ser repetições do que já foi expresso. A arte moderna rechaça os métodos de expressão usados no passado, mas desenvolve seu verdadeiro conteúdo. Continua aquilo que a arte do passado começou: a transformação da visão natural. Aquilo que a arte do passado levou a cabo de uma maneira mais ou menos invisível devido à opressão da época, a arte moderna realiza de forma mais visível.</strong></em></p>
<p> De Herbert Read, em <strong>Arte de agora, agora</strong>:</p>
<p> As obras de arte “eternas” – as isentas da modalidade do gosto e da moda – são as que se baseiam na sensibilidade individual, com exclusão de todos os motivos conceituais ou “ideológicos”.</p>
<p> É, por certo, perfeitamente natural que as pessoas sempre procurem simbolismo em obras de arte. Uma vez que a maioria das pessoas é incapaz de perceber o significado de relações puramente formas, é incapaz de tirar delas a profunda satisfação que o criador e aqueles que o entendem sentem, elas sempre procuram algum significado que possa ser vinculado aos valores da vida real, sempre esperam traduzir uma obra de arte em termos de ideias com as quais estão familiarizados. No entanto, quanto mais um artista é puro, mais se opõe a todo simbolismo.</p>
<p> Ninguém que possua um real entendimento da arte da pintura atribui qualquer importância ao que chama de o tema de uma pintura – o que é representado.</p>
<p> Uma das tarefas mais difíceis da crítica contemporânea de arte é distinguir entre um uso construtivo da abstração e outro ornamental.</p>
<p> Read cita Kandinsky: “O novo naturalismo não só será equivalente, mas idêntico à abstração”.</p>
<p> O que é necessário – afirma Kandinsky – é uma forma de arte que interesse menos ao olho e mais à alma; não construções geométricas obvias, mas formas (configurações) que emerjam despercebidas na tela.</p>
<p> Embora o método de Kandinsky fosse deliberado, não era verbalizado. Uma imaginação visual precisa pode ser animada por processos de formação no inconsciente – na verdade, semelhante imaginação precisa faz-se necessária para compreender as formas sugeridas pela fantasia.</p>
<p> <strong>De Wassily Kandinsky</strong>, em <strong>Ponto, linha, ponto</strong>:</p>
<p> <strong><em>Olhos abertos e ouvidos atentos transformam as mínimas sensações em acontecimentos importantes.</em></strong></p>
<p><strong><em> A facilidade não se obtém sem esforço.</em></strong></p>
<p><strong><em> Não são as formas exteriores que definem o conteúdo de uma obra pictural, mas as forças – tensões que se vivem nessas formas.</em></strong></p>
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<p><a title="Link Permanente para &quot;Piet Mondrian: uma síntese de teorias fundamentais para quem quer aprender a ver&quot;" rel="bookmark" href="http://trevodotalvez.wordpress.com/2008/08/13/piet-mondrian-uma-sintese-de-teorias-fundamentais-para-quem-quer-aprender-a-ver/"></a></p>
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		<title>Um haicai para saudar o Inverno no Sul do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geraldo Teixeira</dc:creator>
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